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Termo de transparência

Além do estar voltado no propósito de fomentar a cultura do café especial no Brasil, o Café do Moço busca sempre trabalhar na cultura do café de forma justa e transparente.

Com esse pensamento e conceito de trabalho, já conseguimos ter exemplos de transformações sociais na vida de produtores em diferentes regiões do País. Tudo isso, pela forma com que tratamos nossos produtores com cuidado e pagando de forma justa e sustentável pelo café de cada um deles.

Antes de chegar aos nossos clientes, o café percorre uma longa trajetória com diferentes atores. Sabemos que em muitos casos, há produtores que não conseguem pagar pelo custo que tiveram numa safra, da dificuldade de manter pessoas trabalhando o ano todo na busca de um produto de qualidade.

Acreditamos que é muito importante trazer transparência para todo esse processo, e assim fazer com que os produtores sintam confiança no relacionamento com o Café do Moço. Queremos que todos se beneficiem: dos produtores aos nossos consumidores.

Desta maneira, somos o primeiro café brasileiro a aderir e assinar o The Pledge, da organização Transparency Coffee.

Valor referência – C-Market

10/12/2019: USD 134,00

De forma a ilustrar a transformação social, contamos duas histórias de Produtores que ilustram a forma como “Café do Moço” acredita na necessidade de ser transparente.

Jozeane Aparecida Santos (Cachoeira de Minas – MG)

Há seis anos, Jozeane e seu marido decidiram fazer mudanças na lavoura para produzir cafés de alta qualidade, pensando em poder ter um aumento no preço da venda.

Mesmo com a mudança no produto, eles não conseguiram diferenciar o valor final, de forma que já começava a ser difícil manter a estrutura montada para a cultura.

Pesquisando pela Internet, encontrei o Léo Moço e vi que era uma pessoa bastante conhecida, mas mesmo assim sempre ficamos com dúvida, pois é difícil acreditar em tudo que a Internet diz.

Não sabíamos se realmente poderíamos confiar. Aprofundamos a pesquisa e concluímos que ele realmente é uma pessoa que buscava fazer diferente do que conhecíamos.

Nesta pesquisa, sempre aparecia o “Sprouting Process”, e vimos que era um caminho. Nós já não tinham mais alternativas. Não tínhamos como permanecer na cafeicultura com o preço de commodities. Tínhamos um café bom, mas sem comércio para vender.

Jozeane entrou em contato com Léo Moço por uma mensagem de aplicativo e logo começou a entender o método de pós colheita desenvolvido pelo Léo, o “Sprouting Process”. Durante a colheita a produtora começou a trabalhar o processo.

Um pouco depois, o Léo esteve aqui e tornou o nosso café “Sprouting”. Nunca tinha tomado um café tão saboroso, com uma xícara tão limpa.

Ali nasceu a parceria, o Léo Moço nos garantiu a compra do café por um preço muito bom, na verdade, ótimo.

O trabalho que o Café do Moço está fazendo não está mudando apenas o café, na verdade está mudando a vida dos produtores, aliás, dos produtores e dos funcionários dos produtores que estão envolvidos“.

Com a nova realidade, Jozeane Santos conseguiu dar bonificação para os funcionários de forma a envolver e motivar a todos na busca pela qualidade de um café ainda mais especial.

Melhorou o café, melhorou a nossa vida, porque agora conseguimos ter esperança com os valores que estamos recebendo, conseguimos comprar maquinário para melhorar ainda mais o trabalho, conseguimos pagar nossas contas e conseguimos, o que é muito gratificante, ajudar os nossos funcionários.

O Café Moço apareceu para mudar a nossa vida para melhor. Nós não tínhamos mais esperança. Mesmo fazendo um café mais pontuado, mais especial, não tínhamos um mercado. Hoje tenho a garantia de compra de toda a produção“.

É bom acompanhar Léo Moço visitando pequenos produtores e ajudando a mudar a vida de pessoas que lutam, e muitas vezes não tem o trabalho reconhecido. Deveria ter mais gente com essa forma de ver o mundo.

Desta forma nós conseguimos existir. Eu consigo dar para os meus dois filhos um futuro melhor, e consigo ver o futuro deles na cafeicultura.  Isso tudo incentive até as crianças a enxergar o café de forma diferente“.

Luiza Araújo Miranda (Arapongas – MG)

A produtora conheceu o Café do Moço através de uma prima que também é produtora de café, e nos primeiros contatos percebeu que era uma chance para mudar a realidade da produção deles.

Quem mexe mais na lavoura é seu pai, Seu Zé Mauro, que já vendeu café para o Léo Moço em outras safras, mas que a partir da próxima irá utilizar o “Sprouting Process” em parte da produção.

Luiza cuida mais da parte comercial, e destaca a importância de parceria com o Café do Moço: “Eles valorizam demais o nosso produto. O Léo e a Estela são pessoas maravilhosas, muito humildes, diferentes de muito outros. Eles falam a língua do produtor e trouxeram muito ânimo para continuarmos produzindo cafés especiais.”.

A palavra “reconhecimento” é mais falada por Luíza quando se conversa sobre o Café do Moço, e a expectativa da família de produtores é sempre crescer e buscar frutos maravilhosos, que atendam os gostos dos clientes.

Quero que o caminho do Léo Moço seja iluminado  para sempre poder dar valor ao produtor. Eles, incluo a Estela, são pessoas que nos fizeram mudar a forma de trabalhar, no sentido que está todo mundo mais animado com o reconhecimento do nosso produto, do nosso café, sim um café especial. Se pudermos definir todo esse momento, de olhar para frente, acho que a frase seria: a salvação da lavoura.

Um café autoral.

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